Literatura

Métodos de manejo da irrigação: da teoria à prática
Autor: Gabriel Cardoso & Cláudio Ricardo
Esta publicação tem como principal objetivo contribuir com a síntese do conhecimento já adquirido, porém ainda esparso, na área do manejo da irrigação agrícola, tornando público o entendimento e compreensão que possuímos até o momento sobre o assunto, fazendo com que nossa redação seja compreensível aos leitores menos familiarizados com os termos e práticas da irrigação, sem deixar, porem, de mencionar os fundamentos teóricos sobre o assunto, bem como das personagens que contribuíram para tornar a prática do manejo da irrigação uma ciência exata e previsível, atendendo desta forma a finalidade a qual nos propusemos: da teoria à prática.
O leitor, seja ele irrigante, estudante ou profissional, não ficará frustrado no estudo desta obra, pois aqui se encontra todas as situações e possibilidades concernentes ao manejo da água na irrigação que estão sujeitos a se depararem, apresentados de forma direta e objetiva.


Caraúna
Autor: Flávio Anselmo
“...Dei sorte. O primeiro que chegou ao quartel foi o sargento Valdirama, aquele que tirou também o Paulão de uma tremenda gelada. Bati continência e anunciei: “Serviço sem alteração, Sargento”. Apoplético, ele me olhou e disse: “Sem alteração uma ova. E o tiroteio que ouvi lá de minha casa?”


Estância Liberdade
Autor: Antônio Carlos Soares
São valores do Gaúcho:
A vida, a família e a raça...
Num pealo de doze braças,
A cultura e a liberdade.
bandeira, cor e verdade
São bases do nativismo
Por isso o gauchismo
Tem vida e terá futuro.


Dinossauros são Eternos
Autor: José Sylvio Simões Pinto
Dino acomodou-se na poltrona do avião da antiga companhia aérea PSA para um vôo de conexão para San Franciscos , de onde seguiria para a Europa.
Após os procedimentos padrões de segurança pelos comissários, o jato começou a ganhar velocidade pela pista de Las Vegas e, de repente, começou a tocar, através do sistema de som da aeronave, a música, entoada por um clarim, da carga da cavalaria em ataque aos índios.
À medida que a velocidade aumentava, aumentava o volume , até que o comandante tomou o microfone e bradou:"AIOU SILVER!!!" e o avião decolou. Uma loucura! Passageiros tomados de surpresa pelo inusitado do momento, Dino assustado. Em seguida, a voz, do comandante anunciou: "Champanhe e Blood MAry para todos!"
Muitos aplausos e assobios. O voo prometia...
Helinho San conferia , pelo rádio do bar da praça de Cabreúva, o resultado dos 13 jogos da Loteca:
"Fizemos aos 13 pontos! Ganhamos na Loteca!"- Começamos a festejar, pedimos cerveja e petiscos e o local começou a ficar movimentado.
Mais uma duas ou três pessoas entraram no local anunciando que havian feito os 13 pontos, assim como o próprio dono do estabelecimento. Então falei: "Helinho San, se aqui em Cabreúva já tem tantos ganhadores, que dirá no resto do Brasil"" Paramos de comemorar...
À noite, após o show da zebrinha, a previsão do matemático do canal era de seria quebrado o recorde de ganhadores da Loteca. E não deu outra!

O Fio Oblíquo da Literatura Epistolar Machadiana
Autor: Elisângela Teixeira Rodrigues
Poucos são os estudos sobre a correspondência de Machado de Assis, seja em virtude da dificuldade dos pesquisadores em acessar a documentação, em sua maioria ainda inédita e só disponível nos centros de memórias fluminenses, seja ainda, pelo desconhecimento de tanto material profícuo e que pode subsidiar muitas outras pesquisas. Por esse motivo, O Fio Oblíquo da Literatura Epistolar Machadiana vem a público, para que de alguma forma possa subsidiar outros pesquisadores que tenham interesse por papéis velhos, mas repletos da discrição machadiana. Como diria Maria Cristina Cardoso Ribas, seria um olhar a esses papéis pelo viéis das negativas machadianas, o não-dito, impresso nas cartas.


Baú dos Loucos
Autor: Luiz Ilazan
Baú dos Loucos é composto de versos livres estremeados por palavras soltas, misteriosas, ambiguas e caricatas, formando uma teia de intrigas sem alvo objetivo,cuko sentido, essencialmente subjetivo, ficará por conta do leitor. este sim construirá o significado que desejar ou lhe aprouver segundo a sua ótica, manipulando ao seu talante as imagens, as alegorias e os artefatos esquadrinhados nos poemas sem títulos que fazem parte integrante deste Baú poético.
O autor não é atrelado a nenhum estilo linguistico propriamente falando, no entanto, procurou criar um torpedo reflexivo de cunho filosófico e sociólogo no qual tenha o condão de cavar na imaginação do leitor, ser ele o dono ou o possuidor da mensagem captada. O poeta utiliza-se de linguagem semeântica; oleitor de sua imaginação depurativa, deixando-se levar ao sabor de seu entendimento meramente subjetivo. Este é o mistério. este é o encanto da poesia.
Caberá ao leitor realçar o grotesco humano ou então exaltar a beleza da vida, em meio às ondas do bem e do mal de acordo com o seu livre convecimento. Será o desafio deste livro.





